Aconteceu neste domingo (19) mais uma grande edição do tradicional torneio de malha, desta vez válida pela 3ª etapa da competição, realizada na Chácara Chaparral, no distrito de Vila Vargas. O evento reuniu competidores e um excelente público, proporcionando um dia marcado por disputas acirradas, confraternização e muita alegria.
Considerado um verdadeiro sucesso, o torneio contou com ótima organização, jogos equilibrados e a participação de diversas duplas da região, reforçando ainda mais a força e a tradição da modalidade.
Ao final das disputas, a premiação ficou definida da seguinte forma:
Campeões:Ademir Minhoca e Francisco Lucas Vice-campeões:Gilmar e Maicon 3º lugar:Papai e Patrícia (Dourados) 4º lugar:Alcides e Ezequias
O evento mais uma vez demonstrou a importância da malha como um esporte raiz, promovendo integração entre atletas e comunidades, além de manter viva uma tradição que atravessa gerações.
Seleção contempla mais de 250 unidades habitacionais que estão sendo construídas em Dourados e Agência Municipal de Habitação de Interesse Social orienta os candidatos sobre as próximas etapas do processo que vai definir os contemplados
Agência Municipal de Habitação de Interesse Social divulga lista com pré-selecionados para Programa Minha Casa, Minha Vida- Foto: A. Frota
A Prefeitura de Dourados, por meio da Agência Municipal de Habitação de Interesse Social (Agehab), divulgou nesta quinta-feira (16) a relação das famílias pré-selecionadas e do cadastro reserva do Programa Minha Casa, Minha Vida – modalidade Cidades/Terrenos. A lista consta no edital nº 01/2026 do Diário Oficial nº 6.608, desta quinta-feira (16).
A seleção foi realizada em sessão pública no dia 16 de abril, na sede da Agência de Habitação de Mato Grosso do Sul (Agehab/MS), em Campo Grande, com participação de representantes estaduais e municipais, garantindo transparência e cumprimento dos critérios definidos pela legislação vigente para as moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida.
Ao todo, estão contempladas 256 unidades habitacionais distribuídas em cinco empreendimentos. Na Faixa 1, destinada a famílias de menor renda, o Residencial Vival Castelo conta com 66 moradias e o Residencial Flor de Lis com 26 unidades. Já na Faixa 2, os empreendimentos Monte Sião I e II somam 120 unidades, enquanto o Parque Alvorada disponibiliza 44 moradias.
Também foi formado um cadastro reserva com mais de 2 mil candidatos, que poderão ser convocados conforme a disponibilidade e andamento do processo. Os candidatos pré-selecionados devem ficar atentos às próximas etapas, que incluem a apresentação de documentação, análise cadastral e encaminhamento para aprovação do financiamento junto à instituição financeira.
O diretor-presidente da Agência Municipal de Habitação de Interesse Social, Eder Felipe Souza Lima, reforça que a pré-seleção não garante a contratação imediata, sendo necessário atender a todos os critérios exigidos pelo programa. Consta ainda no documento que a não apresentação da documentação exigida ou o não enquadramento nas exigências legais implicará na desclassificação do candidato, sendo convocado o próximo da lista de cadastro reserva.
Em caso de dúvidas, os interessados podem procurar a Agência Municipal de Habitação de Interesse Social de Dourados. A lista completa dos pré-selecionados e cadastro reserva está disponível no edital publicado no Diário Oficial do Município [clique aqui]
Quem são, onde vivem e como estão os povos originários de Mato Grosso do Sul? A resposta, por muito tempo fragmentada ou invisível, ganha forma a partir de agora. Com o lançamento do Painel Povos Originários, o Estado passa a contar com uma ferramenta inédita que reúne dados sobre população, território, etnias e condições de vida. Um retrato necessário, em números, para transformar realidade em política pública.
Mato Grosso do Sul abriga a terceira maior população indígena do Brasil: são 116.469 pessoas, o equivalente a 6,9% do total do país. Mais da metade (59%) vive em terras indígenas, em uma população majoritariamente jovem, entre 15 e 29 anos, e com leve predominância de mulheres.
Oriundas de MS, são oito etnias indígenas, entre elas a terena. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Mas é na diversidade que o painel revela sua maior força: são 139 etnias e 48 línguas indígenas presentes no Estado. Um dado que amplia o olhar e rompe com visões simplificadas sobre quem são esses povos.
Importante destacar que, oficialmente, Mato Grosso do Sul tem oito etnias originárias reconhecidas pela Funai: Guarani Kaiowá, Guarani Ñandeva, Terena, Kadiwéu, Kinikinau, Guató, Ofaié e Atikum. O número mais amplo, de 139 etnias, reflete outro fenômeno, o Estado se consolidou como um polo de referência, especialmente nas áreas de educação e saúde, atraindo indígenas de diferentes regiões do país.
Dados
Pela primeira vez, dados trazem o panorama sobre a população indígena que vive em Mato Grosso do Sul. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Desenvolvido pelo Observatório da Cidadania, em parceria com a Secretaria de Estado da Cidadania e a UFMS, o painel organiza informações que vão desde natalidade e envelhecimento até educação, moradia e distribuição territorial nos 79 municípios sul-mato-grossenses.
“Este painel tem como objetivo dar visibilidade à presença e à diversidade dos povos originários em Mato Grosso do Sul. Ao reunir informações sobre distribuição territorial, perfil populacional e condições socioeconômicas, ele contribui para o reconhecimento das especificidades culturais e históricas desses povos e para o fortalecimento de políticas públicas mais justas e direcionadas”, afirma o coordenador do Observatório da Cidadania, professor Samuel Leite de Oliveira.
Para o secretário de Estado da Cidadania, José Francisco Sarmento, o acesso a esses dados marca um avanço histórico na forma de pensar políticas públicas.
Secretário da Cidadania, José Francisco Sarmento, exemplifica Observatório como uma “lupa” trazendo indicadores para políticas públicas. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
“Não existe política pública séria sem dados. Hoje, o que mais se valoriza em qualquer gestão é isso. Sem informação, a gente corre o risco de investir recursos onde não são mais necessários e deixar de atender quem realmente precisa. O Observatório funciona como uma lupa, que nos permite enxergar de verdade quem são essas pessoas”, afirmou.
Em um discurso marcado pela emoção, Sarmento também relembrou o passado recente, quando essas informações simplesmente não existiam. “Por muito tempo, essas pessoas estavam no mundo, mas não apareciam nos dados. Eu fico imaginando quantas histórias poderiam ter sido diferentes se lá atrás a gente tivesse acesso a esse tipo de informação. O que estamos fazendo agora é olhar para essas pessoas com seriedade e responsabilidade”, disse.
Histórico
A construção desse retrato não começou com números, pelo contrário, foi justamente motivado pela ausência deles. O técnico da Subsecretaria de Políticas Públicas para Povos Originários, Josias Ramires Jordão, do povo Terena, lembra que houve um tempo em que era preciso recorrer diretamente às comunidades para tentar entender a própria realidade do Estado.
“Lá atrás, a gente não tinha indicadores. Era ligar para as lideranças e perguntar quantas crianças, quantas mulheres havia nas comunidades. Era tudo muito disperso. Hoje, com esses dados, a gente consegue enxergar a população indígena como um todo, e isso muda completamente a forma de construir políticas públicas”, explicou.
Técnico da Subsecretaria de Povos Originários, Josias Ramires relembra que para levantar dados era preciso falar com lideranças de cada uma das comunidades. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Ele também destaca que o painel também ajuda a ampliar a compreensão sobre a diversidade indígena em Mato Grosso do Sul. “Muita gente conhece apenas alguns povos, mas o Estado tem 139 etnias. Isso mostra a riqueza que temos e a necessidade de políticas que considerem essas diferenças.”
Para quem vive nas aldeias e atua na ponta, o acesso a esses números têm um significado que vai além da gestão, de reconhecimento. Técnico da Subsecretaria de Políticas Públicas para Povos Originários, Heliton Cavanha, da etnia Kaiowá, define o momento como histórico.
“São mais de 500 anos de luta. Hoje, a gente ter esses dados significa olhar para as pessoas de verdade. Não é sobre política partidária, é sobre atender quem precisa”, afirmou.
Segundo ele, os números também fortalecem as próprias comunidades na busca por direitos. “A gente sempre fala: para pedir política pública, precisa ter dados. Quantas pessoas trabalham com agricultura? Quantas crianças precisam de escola? Sem esses números, a gente não consegue dialogar. Agora a gente começa a falar e a ser ouvido.”
Jovens da etnia terena durante apresentação de dança típica. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Olhar, reconhecer, transformar
Para o secretário José Francisco Sarmento, o painel representa mais do que um avanço técnico, é uma mudança de postura. “A cidadania tem o papel de colocar luz sobre quem historicamente foi deixado de lado. Quando a gente conhece, a gente se responsabiliza. E é isso que estamos fazendo: olhando para essas pessoas como sujeitos de direitos, independentemente de qualquer outra condição”, afirmou.
Disponível de forma gratuita e acessível, o Painel Povos Originários é o oitavo a ser divulgado pelo Observatório da Cidadania. Para visualizar o conteúdo completo, acesse: https://observatoriodacidadania.ufms.br/
Paula Maciulevicius, da Comunicação da Cidadania
*com informações do Observatório da Cidadania
Foto de capa: Paula Maciulevicius/SEC
Acontece neste domingo, 19, no distrito de Vila Vargas, a 3ª etapa do tradicional Torneio de Malha Raiz. O evento será realizado na Chácara Chaparral e promete reunir atletas e amantes da modalidade em mais uma celebração do esporte tradicional da região.
A competição deve contar com a participação de diversas duplas, incluindo competidores locais e também de cidades vizinhas, fortalecendo a integração esportiva e cultural entre as comunidades. A expectativa é de disputas equilibradas, com partidas intensas e alto nível técnico dentro da cancha.
Clima de competição e amizade
Mais do que a busca por títulos, o torneio se destaca pelo ambiente descontraído e pelo espírito esportivo entre os participantes. A tradicional “resenha” entre amigos, característica marcante do evento, reforça o clima de união e valorização do esporte raiz.
A noite desta quinta-feira, 16 de abril, marcou o encerramento da primeira rodada da fase inicial do 1º Campeonato Interdistrital/Arena Deva de Futebol Suíço. Com dois confrontos realizados, o público acompanhou jogos movimentados e boas atuações individuais.
Na primeira partida da noite, às 19h30, a Associação Atlética Vila Vargas venceu a Associação Atlética Vila Formosa pelo placar de 3 a 1. Os gols da Vila Vargas foram marcados por Keno e Lukako, que brilhou ao balançar as redes duas vezes. Já o gol de honra da Vila Formosa foi anotado por Fernandinho.
No segundo jogo, às 20h30, o destaque ficou por conta da goleada do Veteranos Panambi, que não tomou conhecimento do F.C Macaúba e venceu por 4 a 0. Os gols da vitória foram marcados por Welliltin, Márcio, Fernando e Carlos Eduardo, mostrando a força ofensiva da equipe.
Fotos: Jamilton Barbosa/Distrital News
Com o encerramento da rodada, a classificação começa a tomar forma:
Grupo A A liderança é dividida entre E.C São Pedro e A.A Vila Vargas, ambos com 3 pontos. Já E.C Nacional e A.A Vila Formosa, que estrearam com derrota, ainda não pontuaram.
Grupo B O Veteranos Panambi larga na frente com 3 pontos. Logo atrás aparecem E.C Cooperativa São Pedro e Colonial E.C, empatados com 1 ponto cada. O F.C Macaúba, após a derrota, ainda não somou pontos.
A competição segue com grande equilíbrio e promete muitas emoções nas próximas rodadas.
Reunião definiu apoio na organização de resposta de municípios em alta incidência, manutenção de ações em aldeias e alinhou estratégias assistenciais e operacionais em regiões prioritárias
O Governo do Estado, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul), realizou na quarta-feira (15) uma reunião com municípios e a Defesa Civil Estadual de Mato Grosso do Sul para alinhar ações de enfrentamento à chikungunya, com foco na organização da assistência, apoio operacional e qualificação do monitoramento epidemiológico.
Durante o encontro, foi reforçada a importância da atualização pelos municípios dos dados no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), ferramenta essencial para subsidiar a tomada de decisão.
Assistência e reforço especializado
Entre as medidas definidas está a capacitação para manejo clínico com especialistas para atuação nas Unidades Básicas de Saúde dos municípios de Fátima do Sul, Nioaque, Itaporã e Jardim, ampliando a capacidade de atendimento à população.
A secretária de Estado de Saúde em exercício, Crhistinne Maymone, destacou o alinhamento entre os entes envolvidos.
“Estamos conduzindo esse trabalho de forma integrada, com definição clara de responsabilidades e acompanhamento contínuo. Essa articulação é fundamental para garantir efetividade nas ações e resposta rápida à população”, afirmou.
Apoio técnico e atuação integrada
Como parte do suporte às ações locais, haverá reforço técnico especializado, técnicos da vigilância da SES para atuação direta nos territórios.
A Defesa Civil Estadual de Mato Grosso do Sul também atua de forma integrada na organização das frentes de trabalho, contribuindo com o planejamento das ações e apoio logístico às equipes em campo.
Segundo o Coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, Hugo Djan Leite, a articulação entre as instituições fortalece a resposta no território.
“Estamos organizando as frentes de trabalho com definição de rotas, divisão de equipes e apoio direto aos municípios. Esse alinhamento garante mais agilidade e precisão na resposta às demandas”, destacou.
Ações em campo e apoio às comunidades
As ações nas aldeias indígenas de Dourados seguem em andamento com foco na eliminação de criadouros e na melhoria das condições de armazenamento de água, em uma atuação conjunta entre diferentes esferas de governo.
No município de Itaporã, já foram iniciados os trabalhos de limpeza, enquanto o Núcleo de Dourados será mantido para dar suporte às operações.
Os municípios também destacaram desafios relacionados à conscientização da população. Como encaminhamento, foi reforçada a importância de estratégias de mobilização comunitária, com envolvimento de diferentes lideranças locais para ampliar o alcance das orientações de prevenção.
Durante o encontro, os gestores municipais também agradeceram o envio de bombas costais, utilizadas nas ações de campo.
Como apoio social, a CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) disponibilizou cestas básicas para atendimento das comunidades.
André Lima, Comunicação SES Fotos: André Lima e Divulgação
Provas deste primeiro dia também servem como seletivas para os Jogos Escolares de MS; as competições seguem até junho, com vôlei de praia, judô, natação, xadrez, tênis de mesa e ginástica artística, além de voleibol, futsal, basquetebol e handebol
A Prefeitura de Dourados, por meio da Fundação de Esporte de Dourados (Funed), inicia nesta quinta-feira (16) a programação dos Jogos de Outono 2026, com disputas nas modalidades de atletismo e judô. As competições deste primeiro dia também terão caráter seletivo para os Jogos Escolares Estaduais de Mato Grosso do Sul.
As atividades começaram no período da manhã, às 7h, com as provas de atletismo no Parque Arnulfo Fioravanti. Já o judô será realizado no período da noite, a partir das 18h, no Ginásio Municipal de Esportes ‘Ulysses Guimarães’.
A programação dos Jogos contempla modalidades individuais e coletivas, envolvendo atletas nas faixas etárias de 12 a 14 anos e 15 a 17 anos, movimentando o esporte estudantil e de base no município entre os meses de abril e junho. “Toda programação atende a determinação do prefeito Marçal Filho para que a Funed proporcione opções variadas de modalidades esportivas à juventude de Dourados”, explica Sandra Giselly Amaral, diretora-presidente da Fundação de Esportes.
No decorrer da semana, a programação inclui outras modalidades, com premiações previstas conforme o cronograma divulgado pela Fundação de Esportes. O karatê abriu a agenda esportiva na terça-feira, dia 14, com premiação já realizada, na Academia Ramão Lopes. Nesta quinta-feira (16), o judô terá premiação das 19h às 19h30, no Ginásio Municipal. O atletismo segue também na sexta-feira (17), com entrega de medalhas das 11h às 11h30, no Parque Arnulfo Fioravanti.
O vôlei de praia, cujas disputas estavam agendadas para esta quinta-feira, no Parque do Lago, foi adiada devido as condições das quadras de areia, prejudicas em função da chuva de ontem. Uma nova data será marcada. Na sexta-feira (17), a natação será disputada no Complexo Esportivo Jorge Antônio Salomão, o “Jorjão”, com premiação marcada para as 10h.
Os Jogos de Outono de Dourados seguem até o mês de junho, reunindo diversas modalidades individuais, como vôlei de praia, judô, natação, xadrez, tênis de mesa e ginástica artística, além das modalidades coletivas, como voleibol, futsal, basquetebol e handebol.
A diretora-presidente da Funed, Giselly Amaral explica que os Jogos de Outono 2026 têm como objetivo incentivar a prática esportiva, promover a integração entre escolas e fortalecer o esporte de base em Dourados, revelando novos talentos e estimulando hábitos saudáveis entre crianças e adolescentes. “A edição 2026 dos Jogos de Outono reforçam o compromisso da Prefeitura de Dourados com políticas públicas voltadas ao esporte, promovendo integração, oportunidades e valorização dos atletas locais”, enfatiza.
A abertura da Semana dos Povos Indígenas na aldeia Lagoa Rica, no município de Douradina-Ms, foi marcada por um desfile cultural que destacou a riqueza das tradições indígenas da região.
Durante o evento, alunos da Escola Municipal de Educação Indígena Joãozinho Carapé Fernando participaram com trajes típicos, pinturas corporais, celebrando a identidade e a resistência dos povos originários. O desfile serviu como uma forma de valorizar costumes ancestrais, além de promover a conscientização sobre a importância da preservação cultural.
A Semana dos Povos Indígenas é realizada em diversas partes do Brasil, especialmente em torno do Dia dos Povos Indígenas, e inclui atividades como danças, cantos, exposições.
A programação na aldeia Lagoa Rica segue com torneios de futsal e futebol suíço e maratona nos próximos dias.
Acontece neste domingo (19/04) mais um torneio de malha raiz no distrito de Vila Vargas. A 3° etapa da competição será Chácara Chaparral e irá reunir atletas e amantes da modalidade em mais um evento que valoriza o esporte raiz da região.
O torneio deve contar com a participação de diversas duplas, reunindo competidores locais e também da região, fortalecendo a integração esportiva entre comunidades. A expectativa é de jogos equilibrados e muita disputa dentro da cancha.
Clima de competição e amizade
Além da disputa por títulos, o torneio também é marcado pelo espírito esportivo e pela resenha entre os participantes — marca registrada do evento.
A 1ª Copa Interdistrital Arena Deva de futebol suíço continua nesta quinta-feira (16) com mais dois confrontos programados, dando sequência à rodada da competição.
No primeiro jogo da noite, às 19:30h, valida pelo grupo A, Associação Atlética Vila Vargas e Associação Atlética Vila Formosa estreiam na competição.
No segundo jogo
Às 20:30 horas, Panambi e Macaúba duelam pelo grupo B.
A competição iniciou com jogos equilibrados na rodada de abertura.
Todas as informações da competição você acompanha no site Dourados Esportivo e DistritalNews.