sexta-feira, 13 de março de 2026
Eventos

DOURADINA COMEMORA 44 ANOS COM SHOW NACIONAL DE AMADO BATISTA

Nesta quinta (10), acontecerá a comemoração dos 44 anos de emancipação político-administrativa de Douradina – MS.

PROGRAMAÇÃO:

Na quinta-feira (09), a partir das 20h, iniciam as comemorações com show do Trio Bailão do Ms e às 21h o show mais aguardo pelo público com um dos ícones da música brasileira Amado Batista.

Na sexta-feira (10), às 21h haverá um bingo em homenagem ao dia das das mães, logo após Show com a dupla Alex e Yvan.

Informe

DOURADINA-MS: NARRATIVAS QUE (RE) CONTAM SUA HISTÓRIA

Nelson de Lima Junior
Graduado em História pelo UFMS-CPNA
Mestre em História pelo PPGH/UFGD
Professor da Educação Básica

APRESENTAÇÃO
O presente artigo é resultado de um trabalho de campo realizado pelos alunos da Escola Estadual Barão do Rio Branco em 2016, escrito pelo Professor Nelson de Lima Junior e publicado no mesmo ano. Cabe destacar que atualmente boa parte desses alunos já concluíram o ensino superior e estão ganhando espaço na profissão que escolheram. Não buscamos na época construir uma História de Douradina, mas contar outras histórias de pessoas comuns que vão para além da história oficial. Aqui também não nos atemos a ocupação indígena do município de Douradina, embora tenha uma grande importância para a construção indenitária da região, contanto com a presença de uma comunidade indígena denominada Panambi-Lagoa Rica que abriga indígenas das etnias Guarani e Guarani Kaiowá. O texto construiu-se por meio das narrativas orais, gravadas pelos alunos e transcritas e problematizadas pelo professor. Acreditamos que se faz necessário pensar a história local, bem como valorizar os sujeitos históricos que fizeram e fazem parte da mesma. Uma boa leitura a todos!

INTRODUÇÃO
O município de Douradina, localizado no sudoeste do Estado de Mato Grosso do Sul, à 197 km da capital do estado comemora em 12 de maio seus 44 anos de emancipação politica. Sua história esta entrelaçada a Colônia Agrícola Nacional de Dourados, tendo a terra como ponto de partida. Assim por meio de narrativas orais, buscamos aqui construir uma teia de memórias que desembocam na história deste território que iniciou seu desenvolvimento na década de 1950, quando ainda pertencia ao município de Dourados-MT. Sendo que os primeiros migrantes vindos da região nordeste, bem como dos estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, iniciaram a compra e vendas de lotes e glebas de terra por volta de 1952.
Nas narrativas de diversos migrantes, tidos como desbravadores, observamos que o anseio pela terra foi o motivo principal para o deslocamento como afirma o senhor Severino Silva o motivo pra conseguir terra, porque na época o finado Getúlio Vargas tava cortando, loteando terra, então meu pai soube e ele veio pra cá e conseguiu essa geba de terra aqui. Neste mesmo sentido que a senhora Zenaide relatou meus pais eram agricultores, trabalhavam na roça. História semelhante à do professor Reginaldo Maciel, onde diz meu pai comprou um sítio aqui onde mora ate hoje.
No desenrolar da história de Douradina, observamos ainda outras narrativas, como a do senhor Pio, que ao ser questionado sobre a sua vinda para este território citou o negócio é o seguinte, eu vim trabalhar com meu irmão aqui na fazenda pra lá de Dourados, depois vim trabalhar com meu cunhado que ele comprou uma área aqui. O mesmo foi mencionado pela senhora Alnelita Damaceno, quando diz a gente morava numa fazenda e daí o fazendeiro comprou uma fazenda aqui e trouxe a gente pra cá, a gente veio com o mesmo patrão de lá para trabalhar aqui né. Observamos nas duas narrativas que a busca pelo trabalho como forma de sustento familiar foi um fator determinante no deslocamento.

DOURADINA NO CONTEXTO DA ERA VARGAS

A ocupação das terras devolutas no contexto da Marcha para o Oeste Procede do discurso de Vargas a afirmação de que a conquista da brasilidade seria ultimada através da interiorização do país: O verdadeiro sentido da brasilidade é a marcha para oeste (Lenharo, 1985. p.56).
A Marcha para o Oeste idealizada durante o Governo do Estado Novo pelo presidente da República Getúlio Vargas (1937 a 1945), teve como objetivo impulsionar o povoamento das fronteiras do Oeste e formar novas colônias agrícolas nacionais no interior do País. Muito discutida na historiografia brasileira por historiadores a Marcha para o Oeste é vista de um lado como algo mítico e ideológico como Cassiano Ricardo em sua Obra a Marcha para Oeste (1940), e outros que apontam apenas o interesse econômico como fator determinante podendo citar Otávio Guilherme Velho que debate a ideia de capitalismo autoritário.
No entanto, Alcir Lenharo (1985), por sua vez nos traz uma discussão mais abrangente sobre o período teorizando sobre a ideia de ocupação territorial e nacionalismo que a proposta estadonovista colava. Para o autor: A conquista do oeste significava para o regime a integração territorial como substrato simbólico da união de todos os brasileiros.
A ocupação dos vazios significava não simplesmente a ocupação econômica da terra, transformada em geradora de riquezas; sua pretendida ocupação seria procedida de maneira especial, a ponto de fixar o homem a terra através de métodos cooperativos, que redimensionassem as relações sociais, de acordo com a orientação política vigente.
A transformação do oeste conquistado era também apreciada como suporte de sustentação para o novo implantado nas cidades, e sua extensão para o campo era tida como um movimento natural e inerente de acabamento da nova ordem estabelecida. (LENHARO, 1985, p. 18).
Um dos fatores que levaram Vargas a difundir esta ideia foi a preocupação sobretudo com êxodo dos campos e o superpovoamento dos centros urbanos. Neste tocante Lenharo (1985) concorda com o pressuposto de que o êxodo em massa deterioraria o valor do trabalho urbano e ameaçaria os níveis de consumo da população trabalhadora.
Nota-se que em vários pronunciamentos feitos por Vargas apresentam a proposta de fixar o trabalhador a terra, ou seja, a pequena propriedade rural, que vinham sendo sufocadas pelos grandes latifúndios baseados na monocultura de exportação. Todavia, cabe salientar que esta ocupação dos chamados sertões não era apenas uma forma de assegurar a integração nacional para um Presidente Populista, mas também havia um jogo de interesses econômicos, como aponta Lenharo: O Estado Novo viera, portanto, para orientar economicamente o país, neutralizar os efeitos dissociadores, afastar os problemas secundários limpando o caminho principal da integração das ilhas econômicas, através do alargamento do mercado interno.
O Estado Novo viera para ampliar a diversificação da produção, agrupar os núcleos econômicos através de um sistema de transportes, desta forma, assegurar um poderoso vigamento á unidade nacional. (LENHARO, 1985, p. 26). Nischikawa (2012) defende a teoria de que a ideia de sertão e vazio demográfico é uma invenção de cunho ideológico, criadas em espaços simbólicos e dicotômicos, pois o sertão fisicamente não existia, haja visto que a essa atribuição ou significado provem sempre do outro, o longe. Porém na historiografia brasileira esta definição de sertão é empregada em duas hipóteses sendo a primeira atribuída pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como uma das subáreas nordestinas, árida e pobre, situada a oeste das duas outras, a saber, agreste e zona da mata (NISHIKAWA, 2012, p. 61).
Já no contexto do Estadonovista este termo convém para indicar espaços de terras vazios e desabitadas. Dentro deste contexto vão surgir entre 1937 e 1945 às primeiras colônias agrícolas nos locais indicados como sertões, podendo citar os Estados de Goiás, Amazônia e Mato Grosso, sendo submetidas diretamente ao Ministério da Agricultura. Deste modo as colônias agrícolas nacionais foram pensadas como verdadeiras autarquias, replicas, em miniatura, do mercado nacional, microssomos econômicos do país (LENHARO, 1985, p. 47).
Caio Prado Jr, por sua vez, argumenta que o país precisava ser recolonizado por meio da divisão das grandes propriedades e da redistribuição das terras já exploradas. É notável como o autor atribui o termo recolonizado, que nos faz ater a outra discussão a questão indígena, ou seja, parte dessas terras que eram consideradas vazias já foi ocupada por índios, no entanto não faremos colocações mais a fundo.
Desta forma, empresas de colonização particulares começam a adquirir terras das Colônias Agrícolas com o intuito de colonizá-las, haja visto que a Marcha para o Oeste era uma política de estimulo á ocupação do interior do Brasil. Alcir Lenharo (1985) sobre colonização salienta que: […] a colonização exige não mecanismos burocráticos, mas, ao contrario, organizações ágeis, com capitais, e, particularmente, com espírito de iniciativa e sacrifício por parte dos seus dirigentes e essas qualidades, assegura, só podem surgir nas livres atividades. (LENHARO, 1985, p. 45). Em complementação a esta ideia de Lenharo, Nishikawa (2012) argumenta que colonizar é, sobretudo, povoar, governar e proteger.
No entanto, as companhias de colonização particular pensavam apenas nos lucros e na garantia de status, sendo esta maneira de colonizar consideradas por alguns autores como colonização econômica, algo totalmente contrário ao que o Estado Novo pregava. Gregory (2002) afirma que dentro do contexto da Marcha para o Oeste, o Brasil desencadeou um processo de colonização e de ocupação, que favoreceram na criação e no estabelecimento de companhias madeireiras e de colonização nacionais que adquiriam suas terras.
Dentro deste contexto também surgem novos sujeitos históricos, os chamados pioneiros que eram pessoas bem-sucedidas, que agiam como elementos de atração para impulsionar a migração de alguns grupos para a nova região. Neste contexto, o senhor Severino Silva citou Luiz Zahran, José Manoel da Silva, João Francisco Janos, Abraão Nunes Cerqueira, Firmo Inácio da Silva, Abílio Janos e José Nunes de Andrade, como primeiros moradores deste território, sendo proprietários de lotes rurais adquiridos da Colônia Agrícola Nacional de Dourados. Já o senhor Reginaldo Maciel exaltou a influência migratória, ao descrever que vieram nas décadas de setenta, nordestinos, gaúchos, paulistas e foram desbravando, foram plantando soja, trigo.

AS PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Acerca dos primeiros contatos com o local, podemos observar diferentes impressões:

1952 A impressão foi ruim né, porque a gente chega, só tinha mata e mora dentro da mata. Nóis chegou aqui em 1952. Morava num garpãozinho de sapé e tudo era mato isso aqui e em outro momento da entrevista onde diz aqui era sertão. (Severino Silva).

1970 Douradina no início era só mata, só apreciavam mata, Bocaja mesmo era só mata fechada. (Norma Eliceche)

1970 Era bem pequena, só tinha um botequinho e casinha bem pouquinha, só tinha aquela rua principal ali, só aquela principal, onde hoje é o Zé Goiaba e loja só tinha do senhor Toninho de roupa, de pano e uma barbearia. (Cecilia do Nascimento Silva).

1976 Cidadezinha era fraquinha, quando cheguei aqui, depois foi aumentando mais […] não era bem estruturada, não tinha nada de asfalto, só terra. Era um povoadozinho […] a maioria das casas era de madeira. (Pio)

1976 Era uma cidadezinha menor do que é hoje, não tinha asfalto, difícil, tinha muita dificuldade. (Reginaldo Maciel)

1982 Eu achei a região agrícola muito boa, terra plana, e eu fiquei gamado por essa região. (Paulo Picioni).

1986 Um lugar bom, gostoso de se viver né (Fatima Ap. Carpes Melo).

1988 Douradina naquele tempo era de terra, não tinha asfalto, não tinha nada. (Alnelita Damaceno Pereira).

Um lugarzinho bem pobre, bem pequeno, mas bem aconchegante, bom pra se viver. (Zenaide).

DO COTIDIANO LOCAL
Após a ocupação deste território e desenvolvimento agrário, Douradina surge em 1956 como Distrito de Dourados, pertencente ao Estado de Mato Grosso. Como narra o senhor Severino o desenvolvimento daqui foi que começou a chegar os colonos, começaram a tirar os terrenos, receberam terra, foram chegando, fazendo moradia, aí foi indo até que chegou ao ponto de se reunir, sentar e foram discutir pra formar a cidade no ano de cinquenta e seis.
Do cotidiano do pequeno povoado ressaltamos a relação com a terra, presente em várias histórias contadas. Podendo citar, como exemplo a do senhor Severino quando questionado sobre o dia-a-dia em Douradina mencionou era mexer com a terra né, plantando roça. Cotidiano semelhante aos dos pais do senhor Reginaldo meus pais sempre foram da roça, tirando leite, cuidando e vacas, plantando roça.
Para além do trabalho, percebemos as relações sociais construídas entre a pequena população, voltadas para o compadrio, rodas de conversas, religiosidade, brincadeiras, entre outras. Relações estas percebidas nas narrativas abaixo:
A diversão era ir pra casa dos amigos conversar (Severino Silva)

As festas que tinha aqui era da igreja ( Pio)

Há, era muito bom, aquelas festas, aquelas quermesses na praça, era muito divertido e hoje já não tem mais isso né. Tinha baile na poli, a gente vinha do sitio de a pé, aquela renca de gente, todo mundo animado, era muito bom. (Geani).

As festas eram de igreja e dos veteranos que começou né. (Fatima Ap. carpes Melo).

Douradina tinha festas juninas que depois passaram a ser agostinas e as festas da igreja. (Reginaldo Maciel).

Eu tive uma infância muito boa, divertida, na época que eu morei lá na quarenta e quatro, num sitio que tem lá até hoje, na época a gente, era criança pequena e se divertia muito nos cafezais, naquela época as brincadeiras era muito tranquila […] gostava de roubar goiaba, diversão pura, a gente só sabia brincar e brincar. (Zenaide).

As relações sociais colaboraram para o fortalecimento da conquista de sonhos na pequena Douradina, uma vez que o fortalecimento dessas relações culminou no desenvolvimento do Distrito. Para o senhor Severino, ao ser indagado sobre o desenvolvimento da região […]começou a chegar os colonos, tiraram o terreno, receberam terra, foram chegando, fazendo moradia, aí foi indo até chegar o ponto de se reunir, sentar e foram discutir pra formar a cidade no ano de cinquenta e cinco, cinquenta e seis. Já a senhora Norma Eliceche mencionou que o desenvolvimento só foi conquistado por meio da agricultura e luta de homens e mulheres, sendo solicitado pela própria comunidade Distrital a emancipação do município e passando a organização de luta, discussões políticas por parte das lideranças locais.

É HORA DE EMANCIPAR!
Após 24 anos da chegada dos primeiros colonos, iniciou-se o processo de luta pela emancipação político-administrativa. Assim no ano que o Prefeito João Câmara atuava em Dourados, então sentaram e discutiram como fazia para formar município, aí acharam por bem, o município emancipar isso aqui Douradina a município. O município de Douradina foi criado pela lei n°78 de 12 de maio de 1980, mesmo ano em que ganharam emancipação os municípios de Costa Rica, São Gabriel do Oeste, Selvíria e Taquarussu. Acredita-se que o nome foi uma homenagem a cidade de Dourados. Em 1981, foram criados através de Leis próprias os Distritos de Bocajá e Cruzaltina, passando a fazer parte do território municipal.

O QUE SIGNIFICA MORAR EM DOURADINA?

Pra mim o que representa aqui, pra mim é bom, porque eu posso dizer que é minha terra natal né, eu vi aqui crescer, eu passei a minha infância aqui e já to na minha velhice aqui. Eu me acho empolgado por que aqui é minha terra natal né e eu não tenho outro lugar melhor no mundo do que aqui. (Severino Silva).

Continua sendo uma cidade pequena, mas temos uma grande vantagem, estamos perto de uma cidade considerada grande, a segunda maior cidade do estado que é Dourados. É uma cidade pequena, mas você anda trinta e cinco quilômetros e já esta em Dourados. (Reginaldo Maciel).

Douradina representa o meu tudo porque foi aqui que eu nasci e me criei. (Zenaide).

Douradina pra mim é uma cidade tranquila, sem muito problema, muito boa pra se morar. (Paulo Picioni).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Aqui não finalizamos as discussões, mas abrimos para que outras histórias possam ser contadas, (re) contadas e vivenciadas. Não buscamos construir um texto apegado as normas cultas, mas um escrito que proporcionasse uma leitura tranquila. As falas foram transcritas da forma com que nossos agentes históricos disseram.

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

ALBERTI, V. 2004. Manual de História Oral. Rio de Janeiro: Editora FGV.
ALBUQUERQUE JR. Durval Muniz. O Objeto de fuga: algumas reflexões em torno do conceito de região. Fronteiras, Dourados, MS, v. 10, n. 17, p. 55-67, jan./ jun. 2008.
ARRUDA, Gilmar. Cidades e Sertões: entre a história e a memória. Bauru – SP: EDUSC, 2000.
BARROS, José D Assunção. O Projeto de Pesquisa em História: da escolha do tema ao quadro teórico.8ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.
GRAÇA FILHO, Afonso de Alencastro. História, Região & Globalização. Belo Horizonte: Autentica Editora, 2009.
GREGORY, Valdir. Os eurobrasileiros e o espaço colonial: migrações no oeste do Paraná (1940-70). Cascavel – PR: EDUNIOESTE, 2002.
LAVERDI, Robson. Tempos diversos, vidas entrelaçadas; trajetórias itinerantes de trabalhadores no extremo-oeste do Paraná. Curitiba: editora, 2005, 341p.
LENHARO, Alcir. Colonização e Trabalho no Brasil: Amazônia, Nordeste e Centro-Oeste. Campinas: Editora da Universidade Estadual de Campina (UNICAMP), 1985.
MARTINS, Marcos Lobato. História Regional. In: PINSKY B. (org.). Novos temas nas aulas de História. São Paulo- SP: Contexto, 2009.
POLLAK, Michel. Memória, Esquecimento, Silencio. In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol.2 n.3, 1989, p.3-15.
PORTELLI, Alessandro. O que faz a história oral diferente. Trad. Maria Therezinha Janine Ribeiro, Proj. História, São Paulo, 1997.
VIEIRA, Maria do Pilar de Araujo. A pesquisa em história. 5. Ed.- São Paulo: Ática, 2007.

ENTREVISTADOS
Severino Silva
Senhor Pio
Reginaldo Maciel
Zenaide
Norma Eliceche
Paulo Picioni
Alnelita Damaceno Pereira
Marcos Antônio de Oliveira
Cecilia do Nascimento Silva

ALUNOS ENVOLVIDOS
Caio Eduardo Melo
Ana Carolina da Silva
Bruna Sthefany dos Santos Paixão
Helena Carolina Fernandes da Fonseca
Rozaine Alves Soares
Cassio Lima Aredes
Paulo dos Santos Cardoso Junior
Ana Clara Assunção da Silva
Kassiany Zomerfeld Oliveira
Matheus Henrique Ferreira Oliveira
José Leonardo Benagio Campos
Milena Matos
Geovana Hevelyun Oliveira Rodrigues
Rodrigo Piccioni Brignoni
Caio Magno Marques Souza
Luan Carlos Carpes Silva
João Vitor Lorenzi da Rosa
Willian Bispo dos Santos
Jin Bok
Thais Tavares Nieri
Julyane Gomes Barros

CLIMA TEMPO

Previsão do tempo indica sol e poucas nuvens para esta terça-feira

A previsão do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) indica tempo firme, com sol e poucas nuvens nesta terça-feira (6). Além disso, são esperadas temperaturas acima da média para todo o Estado, com valores entre 34°C e 38°C.

Aliado às altas temperaturas, ainda é esperada baixa umidade relativa do ar, entre 20% e 45%. “O tempo quente e seco traz impactos na vida da população e recomenda-se beber bastante líquido, umidificar os ambientes e, quando possível, evitar exposição ao sol nos horários mais quentes e secos do dia”, orienta o Cemtec.

Em Campo Grande, o dia inicia com 22°C e chega até 32°C. No município de Dourados, a mínima é de 20°C e a máxima de 34°C. Em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai, os termômetros marcam 20°C inicialmente e atingem os 31°C. Na região Leste, a mínima em Anaurilândia é de 22°C e a máxima de 35°C

Na região do Bolsão, Paranaíba e Três Lagoas amanhecem com 21°C, com máximas de 33°C e 34°C, respectivamente. No Norte, Coxim apresenta variação entre 19°C e 34°C, já Camapuã tem mínima de 21°C e máxima de 33°C.

Corumbá, no Pantanal, marca 25°C pela manhã e 34°C à tarde; Aquidauana, na mesma região, tem mínima de 21°C e máxima de 35°C. Na região Sudoeste, a temperatura em Porto Murtinho inicia aos 25°C e sobe até 36°C.

Heloisa Duim, do Programa de Estágio Supervisionado

Foto: Álvaro Rezende

Esporte

ÁGUIA NEGRA CONQUISTA O TÍTULO DO TORNEIO DE VOLEIBOL REALIZADO NESTE DOMINGO (05) EM VILA SÃO PEDRO

No último domingo (05), no distrito de Vila São Pedro foi realizado o Torneio de Voleibol feminino organizado pela equipe Belas Feras.

A competição contou com 8 equipes participantes, sendo dos municípios de Dourados, Rio Brilhante, Douradina, e dos distritos de Macaúba e Vila Formosa.

A grande campeã da competição foi a equipe Águia Negra que venceu o Belas Feras na grande final, a terceira colocação ficou a equipe da Brave de Douradina.

1° LUGAR
ÁGUIA NEGRA
2° LUGAR
BELAS FERAS
3° LUGAR
BRAVE

Um bom público esteve presente no loc

CLIMA TEMPO

Tempo quente e seco persiste em MS; temperatura pode ficar acima de 34°C

Em Mato Grosso do Sul, a partir desta segunda-feira (6) até quinta-feira (9), a previsão é de que o tempo continue quente e seco em todo o estado, como ocorre nas últimas semanas, sem chuva e com temperaturas máximas entre 34°C e 37°C.

A previsão do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) para os próximos quadro dias indica tempo firme com sol e poucas nuvens em MS.

A meteorologista, Valesca Fernandes, coordenadora do Cemtec – órgão ligado à Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) –, explica que são esperadas altas temperaturas, que tendem a ficar acima da média para o período, podendo atingir entre 34°C e 38°C, aliada a baixa umidade relativa do ar entre 25 e 45%.

“Essa situação meteorológica ocorre devido a atuação de uma alta pressão atmosférica. Esse sistema meteorológico atua como um bloqueio atmosférico, inibindo a formação de nuvens de chuva em grande escala. Aliado a este sistema, os ventos do quadrante norte intensificam o ar quente e seco sobre o Estado. Devido a esta situação meteorológica há impactos na vida da população e a recomendação é de que as pessoas bebam bastante liquido, além de umidificar os ambientes e quando possível evitar exposição ao sol nos horários mais quentes e secos do dia”, afirmou Valesca.

Além disso, as condições atmosféricas tornam o ambiente propício para ocorrência de incêndios florestais no Estado.

Em relação as temperaturas entre segunda e quarta estão previstas mínimas entre 20°C a 23°C e máximas entre 34°C e 36°C para as regiões Sul, Sudeste e Leste.

Nas regiões Sudoeste e Pantaneira as mínimas previstas devem ficar entre 24°C e 27°C e máximas entre 34°C e 37°C.

Para as regiões Norte e Bolsão, as mínimas podem ficar entre 19°C e 23°C e máximas entre 32°C e 35°C.

Em Campo Grande são esperadas mínimas entre 22°C e 24°C e máximas entre 31°C e 34°C.

“Na quinta-feira espera-se pancadas de chuvas isoladas, com baixa probabilidade, na região de Porto Murtinho, Oeste e extremo Sul do Estado. Nestas regiões deverá ocorrer uma leve queda das temperaturas, porém ao longo do fim de semana as temperaturas sobem novamente”, explicou a meteorologista.

As regiões que devem ter queda na temperatura são Sudoeste, Pantaneira e Sudeste do Estado, com mínimas entre 18°C e 21°C e máximas de 28°C a 32°C.

Ainda de acordo com a previsão do Cemtec, a intensa massa de ar quente e seco seguem impedindo o avanço das frentes frias para as demais regiões do Estado.

Em grande parte do Estado as temperaturas estarão estáveis com mínimas entre 19°C e 23°C e máximas de 33°C a 36°C.

Os ventos atuam no quadrante norte, em grande parte do Estado, com valores entre 40 e 60 km/h e pontualmente podem ocorrer rajadas acima, e nas regiões Sudoeste, Pantaneira e Sul os ventos atuam do quadrante sul e sudoeste entre 30 e 50 km/h.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Foto: Saul Schramm

Saúde

Vacinação contra gripe é ampliada para todas pessoas acima de 6 meses

Orientação do Ministério da Saúde é seguida pelo Núcleo de Imunização que disponibiliza doses em todos os postos de saúde

A vacinação contra influenza, ou gripe, está liberada para todas as pessoas acima de seis meses. O Ministério da Saúde ampliou a campanha que começou no dia 25 de março e, até então, estava direcionada apenas para grupos prioritários que seguem com prioridade mantida, como gestantes, puérperas, idosos, crianças menores de cinco anos e pessoas com comorbidades ou condições clínicas especiais. A medida, segundo a pasta, é para conter os casos mais graves e internações pela doença.

“A vacinação é essencial para proteger a saúde da população e evitar a propagação, especialmente durante as estações mais frias, quando a incidência da gripe tende a aumentar”, disse a ministra Nísia Trindade, em nota.

Em Dourados, o Núcleo de Imunização da Sems (Secretaria Municipal de Saúde) disponibiliza a vacina contra a gripe em todas as Unidades Básicas de Saúde e nas ações especiais que estão sendo feitas em relação à vacinação contra a dengue. As duas vacinas, porém, segundo orientação do Ministério da Saúde, não podem ser aplicadas simultaneamente.

“A vacina influenza pode ser administrada na mesma ocasião de outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. A única exceção é em relação à vacina contra a dengue. Neste caso, é recomendado um intervalo de 24 horas. Então, é possível receber uma vacina em um dia e a outra no dia seguinte”, explica Edvan Marcelo Marques, gerente do NI.

Baixa adesão e aumento de casos

Segundo o Ministério da Saúde, até o dia 21 de abril, apenas 22% do público-alvo tinha se vacinado contra a gripe, conforme levantamento divulgado pela pasta. Cerca de 14,4 milhões de doses foram aplicadas para uma população-alvo de 75,8 milhões de pessoas.

Dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgados na semana passada mostram aumento de casos relacionados ao vírus sincicial respiratório (VSR) em crianças de até dois anos de idade, ultrapassando as mortes associadas à covid-19 na mesma faixa etária.

CLIMA TEMPO

Sexta-feira tem previsão de sol, com possibilidade de chuvas isoladas em algumas regiões

Com sol e poucas nuvens em Mato Grosso do Sul, a previsão do tempo para esta sexta-feira (3) indica permanência do tempo seco. De acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), ainda são esperadas temperaturas acima da média e baixos valores de umidade relativa do ar, entre 25% e 45%.

Além disso, com baixa probabilidade, espera-se pancadas de chuvas isoladas na região de Porto Murtinho e extremo Sul do Estado devido a aproximação de uma frente fria. Aliado ao fenômeno, o transporte de calor e umidade juntamente com um sistema de baixa pressão atmosférica no Paraguai podem favorecer a formação de instabilidades.

Os termômetros em Campo Grande marcam 23°C inicialmente e chegam a 32°C nos horários mais quentes. Em Dourados, a mínima é de 22°C e a máxima de 33°C. Na fronteira com o Paraguai, Ponta Porã amanhece com 23°C e atinge 30°C à tarde. Na região Leste, Anaurilândia tem mínima de 22°C e máxima de 35°C.

Na região do Bolsão, Três Lagoas tem mínima de 23°C e máxima de 35°C, já Paranaíba apresenta variação entre 21°C e 34°C. No Norte, Camapuã e Coxim iniciam o dia com 21°C, com máximas de 33°C e 34°C, respectivamente.

Corumbá, no Pantanal, marca 27°C pela manhã e atinge 34°C ao longo desta sexta-feira; Em Aquidauana, na mesma região, os valores variam entre 24°C e 34°C. Porto Murtinho, na região Sudoeste, tem mínima de 23°C e máxima de 28°C.

Heloisa Duim, do Programa de Estágio Supervisionado
Foto: Saul Schramm

CLIMA TEMPO

Com chegada de frente fria nesta quinta-feira, pancadas de chuvas são esperadas em regiões de MS

A previsão do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) indica tempo quente e seco, com sol e poucas nuvens para esta quinta-feira (2). Além disso, com a aproximação de uma frente fria, espera-se pancadas de chuvas e tempestades, principalmente, em Porto Murtinho e no extremo sul do Estado, que podem registrar uma leve queda nas temperaturas.

“A intensa massa de ar quente e seco deverá impedir o avanço dessa frente fria para o restante do estado”, explica o Cemtec. Além disso, o transporte de calor e umidade, combinado a um sistema de baixa pressão atmosférica no Paraguai, podem favorecer a formação de instabilidades.

Nesta quinta-feira, Campo Grande amanhece com 23°C e chega aos 33°C nos horários mais quentes do dia. No município de Dourados a mínima é de 22°C e a máxima de 34°C. Na região Sul, Ponta Porã e Iguatemi têm mínimas semelhantes de 24°C, com máximas de 32°C e 34°C, respectivamente.

Em Porto Murtinho, no Sudoeste do Estado, os termômetros marcam 26°C, inicialmente, e atingem os 36°C. Na região Pantaneira, Corumbá tem mínima de 27°C e máxima de 36°C. Já Aquidauana apresenta variação entre 24°C e 36°C.

Na região Norte, Camapuã e Coxim registram 22°C pela manhã, com máximas respectivas de 34°C e 35°C. Em Paranaíba, no Bolsão, os valores variam entre 21°C e 35°C; Três Lagoas, na mesma região, tem mínima de 21°C e máxima de 36°C.

Heloisa Duim, do Programa de Estágio Supervisionado

Foto: Edemir Rodrigues (Arquivo)

 

CLIMA TEMPO

Quarta-feira tem previsão de tempo firme, com sol e pouca nebulosidade em MS

Com altas temperaturas e baixos valores de umidade relativa do ar, esta quarta-feira (1°) tem previsão de tempo estável, com sol e pouca nebulosidade. Ainda, os ventos do quadrante Norte intensificam o ar quente e seco sobre Mato Grosso do Sul.

De acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), a atuação de uma alta pressão em vários níveis da atmosfera inibe a formação de nuvens e chuvas em grande escala. Além disso, o calor acima da média e a presença de ar seco podem causar impactos à saúde da população.

Os termômetros em Campo Grande marcam 24°C inicialmente e chegam aos 33°C à tarde. Dourados tem mínima de 23°C e máxima de 35°C. Nas regiões Sul-Fronteira e Leste, Ponta Porã e Anaurilândia amanhecem com 24°C e atingem 32°C e 36°C, respectivamente.

No Bolsão, Paranaíba tem mínima de 21°C e máxima de 35°C, enquanto Três Lagoas apresenta variação entre 23°C e 36°C. No Norte, Camapuã e Coxim iniciam o dia com 23°C, com máximas respectivas de 34°C e 35°C.

Corumbá, no Pantanal, registra 28°C de manhã e 36°C à tarde; Em Aquidauana, na mesma região, a mínima é de 25°C e a máxima de 35°C. No Sudoeste, as temperaturas em Porto Murtinho iniciam aos 27°C e sobem até 36°C nos horários mais quentes.

Heloisa Duim, Programa Estágio Supervisionado

Foto: Bruno Rezende

Eventos

1° DE MAIO, O DIA DO TRABALHADOR

O Dia do Trabalhador, Dia Internacional do Trabalhador ou Primeiro de Maio é uma data comemorativa internacional, dedicada aos trabalhadores, celebrada anualmente no dia 1 de maio em quase todos os países do mundo, sendo feriado em muitos deles.

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