A quinta-feira (23), foi de rede balançando em mais uma rodada do Campeonato Interdistrital da Arena Deva de futebol suíço.
No primeiro jogo, a Associação Atlética Vila Vargas fez um jogo consistente no clássico contra o Nacional e aplicou uma goleada por 4 a 0, mostrando força defensiva e eficiência no ataque. Vitória que coloca a equipe na liderança isolada do grupo A.
No jogo entre Panambi e Colonial, o placar de 5 a 5 mostrou um jogão daqueles de tirar o fôlego. Após estar três vezes atrás do placar, a equipe Indápolis buscou o empate em noite iluminada do atacante Som.
A competição segue na próxima quinta-feira (30) com mais dois jogos:
19:30hs
EC SÃO PEDRO X AA VILA FORMOSA
20:30hs
MACAÚBA X EC COOPERATIVA SÃO PEDRO
Treinamento prepara equipes de enfermagem para identificação de pessoas impedidas de receber a vacina e para garantir aplicação segura do imunizante; campanha começa na segunda-feira (27) em todas as unidades de saúde de Dourados
Profissionais de saúde da Prefeitura de Dourados que trabalham na linha de frente da imunização recebem treinamento para início da vacinação contra Chikungunya. Foto: Divulgação/Assecom
A Prefeitura de Dourados realiza nesta quinta-feira (23) uma capacitação voltada aos profissionais de enfermagem das unidades de saúde do município, com foco nas principais recomendações para a vacinação contra a Chikungunya. A ação é um passo fundamental para o início da campanha que acontece na próxima segunda-feira (27) e segue orientação do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), criado pela Prefeitura de Dourados para coordenar o enfrentamento à epidemia de Chikungunya na Reserva Indígena e no perímetro urbano do município. “Nem todas as pessoas poderão tomar a dose em razão das contraindicações estabelecidas pelo Ministério da Saúde”, explica Marcio Figueiredo, secretário municipal de Saúde e coordenador-geral do COE.
De acordo com a gerente do Núcleo de Imunização, Jéssica Andrade, o treinamento aborda pontos essenciais para garantir a segurança e eficácia da vacinação. Entre os temas estão as especificações da vacina, vias de administração, preparo e armazenamento, além de indicações, contraindicações, advertências e precauções.
A vacinação será destinada a pessoas com idade entre 18 e 59 anos, conforme diretrizes do Ministério da Saúde. O imunizante, desenvolvido pela farmacêutica Valneva em parceria com o Instituto Butantan, tem como objetivo prevenir a Chikungunya, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
A meta do município é vacinar pelo menos 27% do público-alvo, o que representa cerca de 43 mil pessoas em Dourados. A estratégia faz parte de uma ação nacional que contempla aproximadamente 20 municípios em seis estados, selecionados com base em critérios epidemiológicos, risco de transmissão e capacidade operacional para implantação da vacina.
Além da vacinação disponível em todas as unidades de saúde, a Prefeitura promoverá uma ação especial no feriado do Dia do Trabalho, em 1º de maio. Um drive-thru será realizado no pátio da Prefeitura de Dourados, das 8h às 12h, ampliando o acesso da população ao imunizante. A vacina contra a Chikungunya foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril de 2025 e começa a ser aplicada de forma estratégica em regiões com potencial risco de circulação do vírus.
CONTRAINDICAÇÕES
A vacina não deve ser aplicada em gestantes ou lactantes; pessoas em uso de medicamentos imunossupressores, como corticoides em altas doses; indivíduos com imunodeficiência congênita; pacientes em tratamento contra o câncer com quimioterapia ou radioterapia; transplantados de órgãos sólidos ou de medula óssea (há menos de dois anos); pessoas com HIV/Aids; ou com doenças autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide.
Também não é indicada para pessoas com duas ou mais comorbidades crônicas, como diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca, arritmia, doenças pulmonares, renais, hepáticas, obesidade (IMC acima de 30) ou câncer (em tratamento ou remissão).
Outras restrições incluem pessoas que tiveram Chikungunya nos últimos 30 dias; que estejam com febre alta; que tenham recebido vacina de vírus atenuado nos últimos 28 dias; ou vacina de vírus inativado nos últimos 14 dias.
Operação com atuação diária em centro de triagem intercepta quase 1 tonelada de produtos irregulares, expõe estratégias de envio clandestino e abastece investigações policiais
Em pouco mais de dois meses e meio de atuação contínua, a operação Visa-Protege já resultou na apreensão de quase uma tonelada de ampolas e canetas emagrecedoras irregulares no Centro de Distribuição e Triagem dos Correios, na Capital. A ação teve início em fevereiro e ocorre todos os dias da semana, com fiscalização permanente realizada pela Vigilância Sanitária Estadual em parceria com a Anvisa.
A carga apreendida é avaliada em mais de R$ 10 milhões, considerando os preços praticados ao consumidor final. A maior parte das remessas tinha como destino estados da região Nordeste, o que evidencia a utilização da malha logística para distribuição em larga escala de produtos sem regularização sanitária.
Segundo o fiscal da Vigilância Sanitária Estadual, Matheus Moreira Pirolo, o diferencial da operação está na continuidade das ações. “A fiscalização permanente permite não apenas retirar esses produtos de circulação, mas também identificar padrões de envio e avançar na responsabilização dos envolvidos. É uma atuação baseada em rotina, inteligência e integração entre as instituições”, afirma.
Produtos eram ocultados em encomendas e até em alimentos para burlar fiscalização
A atuação da força-tarefa também revelou estratégias utilizadas para tentar driblar o controle sanitário. Parte das ampolas e canetas emagrecedoras era enviada escondida em meio a outros produtos, inclusive alimentos, além de acondicionadas de forma inadequada, sem controle de temperatura e sem qualquer garantia de procedência. As irregularidades incluem ausência de registro na Anvisa, rotulagem inconsistente e indícios de substâncias sem comprovação de segurança, o que amplia os riscos à saúde de quem consome esses itens.
Todo o material apreendido está sob custódia da SES (Secretaria de Estado de Saúde), armazenado em local seguro, e será incinerado nas próximas semanas em ambiente adequado, conforme os protocolos sanitários. Paralelamente, as informações sobre remetentes e destinatários estão sendo encaminhadas às autoridades policiais para subsidiar o aprofundamento de investigações.
As apurações envolvem possíveis crimes contra a saúde pública, relações de consumo, o erário e o exercício irregular de profissões, diante de indícios de atuação contínua de grupos organizados na distribuição desses produtos.
A operação Visa-Protege integra um conjunto de medidas do Governo do Estado voltadas ao fortalecimento da vigilância sanitária, com foco na ampliação da capacidade de monitoramento, interceptação e resposta a irregularidades que colocam em risco a saúde da população.
O trabalho conta com a atuação integrada da Vigilância Sanitária Estadual, da Anvisa, da CVPAF-MS (Coordenação de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos e Fronteiras de Mato Grosso do Sul), do CRF/MS (Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul) e dos Correios.
Clube douradense colocou à venda a camisa oficial e cada unidade adquirida no primeiro lote dá direito ao ingresso para assistir ao jogo contra o tradicional time de futsal do país, domingo, às 12h30; partida terá transmissão ao vivo para todo o Brasil
Juventude AG volta a se apresentar no Ginásio Municipal por competição da Liga Nacional de Futsal. Divulgação/JAG
O Ginásio Municipal de Esportes ‘Ulysses Guimarães’ será palco, mais uma vez, de grande evento esportivo envolvendo equipe de renome do futsal nacional. Neste domingo (26), a partir das 12h30, o Juventude AG recebe o Minas Tênis Clube, em confronto pela Copa LNF (Liga Nacional de Futsal).
O time douradense está disputando, simultaneamente, três competições nacionais neste primeiro semestre. O calendário de jogos do Juventude AG nas próximas semanas é puxado. Antes do jogo contra o Minas Futsal, o time de Dourados viaja para São Luís (MA), onde enfrenta, nesta quinta-feira (23), o Balsas Futsal pela terceira rodada da Liga Nacional de Futsal Silver.
Depois, no dia 2 de maio, joga em Brasília (DF) contra o Fidas Futsal pela rodada de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. No dia 6 de maio, mais uma partida longe de casa, agora no Rio Grande do Norte, contra o Apodi Futsal. Depois, duas partidas seguidas no Ginásio Ulysses Guimarães: dia 10, pela volta da Copa do Brasil, contra o Fidas Futsal, e no dia 14, pela quinta rodada da LNF Silver, contra o Concórdia Futsal-SC.
PROMOÇÃO
Para o embate deste domingo a diretoria do Juventude AG colocou à venda a camisa oficial que utiliza em seus jogos e, neste primeiro lote com uma condição especial: cada uma adquirida dá direito ao ingresso para assistir ao jogo no Ginásio Municipal Ulysses Guimarães. As camisas do JAG estão à venda nas lojas Salim Esporte e Sport.Com, do tamanho M ao G3. O preço de R$ 120 inclui a entrada para a partida, que custa R$ 20.
“O preço que vai sair cada camisa é quase o preço de custo de produção. Nossa intenção é que o torcedor que gosta e acompanha a equipe possa demonstrar esse apoio usando nosso uniforme. E esse combo com o ingresso é uma forma de retribuir esse carinho que estamos recebendo nesta volta de jogos oficiais em Dourados”, diz o presidente Thiago Altamore.
Para disputar a LNF Silver, Copa LNF e Copa do Brasil, o Juventude AG tem apoio da Prefeitura de Dourados, por meio da Funed; do Governo do Estado, através da Setesc e Fundesporte, Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), além de empresas públicas e da iniciativa privada.
Praticamente 1 mil quilômetros de estradas renovadas, com pavimento nas melhores condições de trafegabilidade com um custo que pode ser até 38% menor que o usual no atual sistema de gestão logístico rodoviário. Esse é o Rodar MS, projeto que Mato Grosso do Sul começa a colocar em prática ao concretizar a contratação de crédito junto ao BIRD (Banco Mundial). A economia de recursos também chega ao setor privado e população, já que a expectativa é que haja queda em até quatro vezes no valor dos custos operaracionais dos veículos de carga.
Os índices citados acima são baseados em estudos do próprio BIRD, balizador do projeto que além do ponto de vista financeiro também considera a segurança e o conforto que será adicionado aos usuários dos trechos inclusos no Rodar MS, que adota um modelo inovador, o Crema (Contrato de Restauração e Manutenção de Rodovias).
“A maior vantagem que Mato Grosso do Sul terá ao adotar o Crema é que a empresa contratada é quem irá executar o projeto executivo. Ela fecha o contrato através de um projeto básico e propõe o projeto executivo, que segue para aprovação da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos). Daí é que ela [a empresa] executa os primeiros dos anos de restauração da rodovia”, frisa o secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara.
O chefe da pasta sul-mato-grossense de obras continua a explicação, revelando o grande trunfo desse modelo inovador. “Quanto melhor for a restauração, menos custo terá para a manutenção. Daí a vantagem da empresa fazer um ótimo projeto e uma excelente execução”, conclui o titular da secretaria que tem em seu escopo a Agesul.
Ao todo, o Rodar MS estima um investimento de U$S 250 milhões – na cotação atual a conversão chega a aproximadamente R$ 1,25 bilhão. Desse total, US$ 200 milhões são oriundos do Banco Mundial, enquanto os US$ 50 milhões restantes devem sair dos cofres estaduais, como contrapartida do projeto. Já o total de municípios impactados de forma direta e indireta pelo Rodar MS chega a 22, sendo 18 deles na região leste de Mato Grosso do Sul – onde fica o Vale do Ivinhema – e outras quatro no Bolsão, território do Vale da Celulose.
Conheça mais sobre o projeto
Tabela com trechos do Rodar MS, municípios e extensão da malha rodoviária
Dentro do modelo Crema adotado por Mato Grosso do Sul existem duas vertentes, a DBM (Design, Build, Maintain) e a via PPP (Parceria Público-Privada). Na primeira situação, o Rodar MS inclui 730,3 km, sendo 686,4 km de eixo principal e 43,8 km de travessia urbana. Os detalhes podem ser conferidos ao lado, na imagem com a tabela da Seilog.
No DBM, a duração do contrato será de 10 anos, com contratação integrada de projeto, obra, manutenção e pagamento pelo Estado sendo feito com base no cumprimento de indicadores de desempenho previamente estabecidos em contrato – ou seja, os repasses não estão vinculados apenas à execução de serviços, mas também à qualidade das obras.
Já no Bolsão, Água Clara, Inocência, Paranaíba e Três Lagoas estão entre os municípios impactados pelo Rodar MS. Lá, porém, o modelo a ser implantado será o de PPP, que terá a mesma dinâmica do BDM, mas com duração maior: 30 anos.
Nesse período, a empresa que ficar responsável pelo serviço terá que manter em boas condições de tráfego e segurança as rodovias MS-377 (entre Água Clara e Inocência) e MS-240 (entre Inocência e Paranaíba). São 208,7 km, todos rodoviárias, sendo 128,14 km na MS-377 (entre a BR-158 e a MS-112) e outros 80,56 km na MS-240 (entre a BR-262 e a MS-112).
Acessibilidade em 24 escolas públicas
Construído conjuntamente por Seilog e EPE (Escritório de Parcerias Estratégicas), o Rodar MS ainda apresenta ações para dar mais segurança no entorno de escolas públicas. As intervenções nas estradas, próximas a essas unidades de educação, têm foco na redução de riscos na travessia para alunos, comunidade escolar e toda comunidade do entorno.
As ações relacionadas à segurança viária e à acessibilidade serão realizadas em 24 escolas públicas municipais e estaduais, contribuindo para a redução de riscos de sinistros de trânsito e para a proteção de estudantes, profissionais da educação e da comunidade escolar.
As intervenções, segundo o projeto, permitirão a melhoria das condições de deslocamento, com maior segurança para pedestres e ciclistas, além de promover inclusão e acessibilidade. Adicionalmente, será realizado diagnóstico técnico que possibilitará uma tomada de decisão mais eficiente e baseada em evidências, otimizando a alocação de recursos públicos e priorizando as áreas de maior criticidade. Como resultado espera-se a criação de ambientes escolares mais seguros, inclusivos e adequados ao desenvolvimento social e educacional.
Comunicação Governo de MS Foto: Saul Schramm/Secom/Arquivo
A bola volta a rolar pelo Campeonato Interdistrital/Arena Deva nesta quinta-feira (23), com mais duas partidas que prometem agitar a rodada.
Às 19h30, a Associação Atlética Vila Vargas encara o Esporte Clube Nacional. Na sequência, às 20h30, o Veteranos Panambi mede forças com o Colonial de Indápolis.
A rodada marca o segundo compromisso das equipes na competição. A AAVV e o Panambi chegam embalados após vencerem na estreia. Já o Colonial busca a primeira vitória após empatar na rodada inicial, enquanto o Nacional tenta se recuperar depois da derrota no primeiro jogo.
A expectativa é de grandes confrontos e bom público na Arena Deva, em mais uma noite de muito futebol suíço envolvendo equipes tradicionais dos distritos.
A iniciativa e a organização é do Site Distrital News e da Arena Deva. O Canal YouTube Rômulo Anunciação e o site Dourados Esportivo também apoiam a competição.
TRANSMISSÃO AO VIVO
Quem não puder ir até à Arena Deva, que terá entrada gratuita, poderá acompanhar as emoções da rivalidade distrital através do Canal YouTube Rômulo Anunciação e também através do Facebook do site Distrital News. A narração será de Jamilton Barbosa, o locutor dos distritos.
Corumbá recebe um novo investimento estratégico para garantir a segurança no fornecimento de água. A Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) destina R$ 26,4 milhões para obras na estrutura de captação de água bruta no rio Paraguai, principal fonte que atende o município.
O extrato do contrato foi publicado no Diário Oficial do Estado e prevê a execução de melhorias estruturais importantes no sistema, incluindo a elaboração do projeto executivo, a construção de dispositivos de proteção contra impactos de embarcações e a revitalização de pilares e da ponte de captação.
A ordem de serviço para o início das obras foi assinada pelo diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, e pelo diretor de Engenharia e Meio Ambiente, Leopoldo Godoy do Espírito Santo.
O investimento tem como objetivo reforçar a segurança operacional da estrutura, especialmente diante do intenso tráfego fluvial na região, além de garantir a continuidade e a eficiência do abastecimento de água para a população.
Os recursos são próprios da Sanesul, e a execução das obras deve ocorrer ao longo de 15 meses, dentro de um prazo total de vigência de 18 meses. O investimento acompanha a estratégia do Governo do Estado de fortalecer a infraestrutura de saneamento em regiões consideradas prioritárias.
Em Corumbá, cidade com características geográficas específicas e forte atividade econômica ligada ao turismo, comércio e logística, a segurança hídrica é um fator essencial para o desenvolvimento sustentável.
Prevenção de riscos operacionais
Mesmo com o abastecimento de água já universalizado nos 68 municípios atendidos, a Sanesul mantém uma política contínua de investimentos para modernização e ampliação dos sistemas, priorizando a confiabilidade dos serviços e a prevenção de riscos operacionais.
No caso de Corumbá, a obra na captação do rio Paraguai é considerada fundamental para garantir maior proteção à estrutura e assegurar o fornecimento regular de água tratada, beneficiando diretamente a população e as atividades econômicas locais.
A ação integra o conjunto de investimentos que vêm sendo realizados por determinação do governador Eduardo Riedel, com foco na melhoria contínua dos serviços de saneamento em Mato Grosso do Sul.
O diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, destaca a importância do investimento para garantir a segurança do sistema de abastecimento em Corumbá. “Estamos investindo mais de R$ 26 milhões para reforçar a segurança hídrica e a qualidade dos serviços prestados à população. Em Corumbá, esse recurso é fundamental para fortalecer a estrutura de captação no rio Paraguai e assegurar a continuidade do abastecimento com eficiência e confiabilidade”, afirma o dirigente.
Desta forma, a expectativa é reduzir riscos estruturais na captação e garantir maior estabilidade no sistema, especialmente em períodos de maior movimentação no rio Paraguai. A obra também reafirma o planejamento da Sanesul visando antecipar demandas e evitar interrupções no fornecimento, acompanhando o crescimento urbano e econômico de Corumbá.
Aconteceu neste domingo (19) mais uma grande edição do tradicional torneio de malha, desta vez válida pela 3ª etapa da competição, realizada na Chácara Chaparral, no distrito de Vila Vargas. O evento reuniu competidores e um excelente público, proporcionando um dia marcado por disputas acirradas, confraternização e muita alegria.
Considerado um verdadeiro sucesso, o torneio contou com ótima organização, jogos equilibrados e a participação de diversas duplas da região, reforçando ainda mais a força e a tradição da modalidade.
Ao final das disputas, a premiação ficou definida da seguinte forma:
Campeões:Ademir Minhoca e Francisco Lucas Vice-campeões:Gilmar e Maicon 3º lugar:Papai e Patrícia (Dourados) 4º lugar:Alcides e Ezequias
O evento mais uma vez demonstrou a importância da malha como um esporte raiz, promovendo integração entre atletas e comunidades, além de manter viva uma tradição que atravessa gerações.
Seleção contempla mais de 250 unidades habitacionais que estão sendo construídas em Dourados e Agência Municipal de Habitação de Interesse Social orienta os candidatos sobre as próximas etapas do processo que vai definir os contemplados
Agência Municipal de Habitação de Interesse Social divulga lista com pré-selecionados para Programa Minha Casa, Minha Vida- Foto: A. Frota
A Prefeitura de Dourados, por meio da Agência Municipal de Habitação de Interesse Social (Agehab), divulgou nesta quinta-feira (16) a relação das famílias pré-selecionadas e do cadastro reserva do Programa Minha Casa, Minha Vida – modalidade Cidades/Terrenos. A lista consta no edital nº 01/2026 do Diário Oficial nº 6.608, desta quinta-feira (16).
A seleção foi realizada em sessão pública no dia 16 de abril, na sede da Agência de Habitação de Mato Grosso do Sul (Agehab/MS), em Campo Grande, com participação de representantes estaduais e municipais, garantindo transparência e cumprimento dos critérios definidos pela legislação vigente para as moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida.
Ao todo, estão contempladas 256 unidades habitacionais distribuídas em cinco empreendimentos. Na Faixa 1, destinada a famílias de menor renda, o Residencial Vival Castelo conta com 66 moradias e o Residencial Flor de Lis com 26 unidades. Já na Faixa 2, os empreendimentos Monte Sião I e II somam 120 unidades, enquanto o Parque Alvorada disponibiliza 44 moradias.
Também foi formado um cadastro reserva com mais de 2 mil candidatos, que poderão ser convocados conforme a disponibilidade e andamento do processo. Os candidatos pré-selecionados devem ficar atentos às próximas etapas, que incluem a apresentação de documentação, análise cadastral e encaminhamento para aprovação do financiamento junto à instituição financeira.
O diretor-presidente da Agência Municipal de Habitação de Interesse Social, Eder Felipe Souza Lima, reforça que a pré-seleção não garante a contratação imediata, sendo necessário atender a todos os critérios exigidos pelo programa. Consta ainda no documento que a não apresentação da documentação exigida ou o não enquadramento nas exigências legais implicará na desclassificação do candidato, sendo convocado o próximo da lista de cadastro reserva.
Em caso de dúvidas, os interessados podem procurar a Agência Municipal de Habitação de Interesse Social de Dourados. A lista completa dos pré-selecionados e cadastro reserva está disponível no edital publicado no Diário Oficial do Município [clique aqui]
Quem são, onde vivem e como estão os povos originários de Mato Grosso do Sul? A resposta, por muito tempo fragmentada ou invisível, ganha forma a partir de agora. Com o lançamento do Painel Povos Originários, o Estado passa a contar com uma ferramenta inédita que reúne dados sobre população, território, etnias e condições de vida. Um retrato necessário, em números, para transformar realidade em política pública.
Mato Grosso do Sul abriga a terceira maior população indígena do Brasil: são 116.469 pessoas, o equivalente a 6,9% do total do país. Mais da metade (59%) vive em terras indígenas, em uma população majoritariamente jovem, entre 15 e 29 anos, e com leve predominância de mulheres.
Oriundas de MS, são oito etnias indígenas, entre elas a terena. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Mas é na diversidade que o painel revela sua maior força: são 139 etnias e 48 línguas indígenas presentes no Estado. Um dado que amplia o olhar e rompe com visões simplificadas sobre quem são esses povos.
Importante destacar que, oficialmente, Mato Grosso do Sul tem oito etnias originárias reconhecidas pela Funai: Guarani Kaiowá, Guarani Ñandeva, Terena, Kadiwéu, Kinikinau, Guató, Ofaié e Atikum. O número mais amplo, de 139 etnias, reflete outro fenômeno, o Estado se consolidou como um polo de referência, especialmente nas áreas de educação e saúde, atraindo indígenas de diferentes regiões do país.
Dados
Pela primeira vez, dados trazem o panorama sobre a população indígena que vive em Mato Grosso do Sul. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Desenvolvido pelo Observatório da Cidadania, em parceria com a Secretaria de Estado da Cidadania e a UFMS, o painel organiza informações que vão desde natalidade e envelhecimento até educação, moradia e distribuição territorial nos 79 municípios sul-mato-grossenses.
“Este painel tem como objetivo dar visibilidade à presença e à diversidade dos povos originários em Mato Grosso do Sul. Ao reunir informações sobre distribuição territorial, perfil populacional e condições socioeconômicas, ele contribui para o reconhecimento das especificidades culturais e históricas desses povos e para o fortalecimento de políticas públicas mais justas e direcionadas”, afirma o coordenador do Observatório da Cidadania, professor Samuel Leite de Oliveira.
Para o secretário de Estado da Cidadania, José Francisco Sarmento, o acesso a esses dados marca um avanço histórico na forma de pensar políticas públicas.
Secretário da Cidadania, José Francisco Sarmento, exemplifica Observatório como uma “lupa” trazendo indicadores para políticas públicas. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
“Não existe política pública séria sem dados. Hoje, o que mais se valoriza em qualquer gestão é isso. Sem informação, a gente corre o risco de investir recursos onde não são mais necessários e deixar de atender quem realmente precisa. O Observatório funciona como uma lupa, que nos permite enxergar de verdade quem são essas pessoas”, afirmou.
Em um discurso marcado pela emoção, Sarmento também relembrou o passado recente, quando essas informações simplesmente não existiam. “Por muito tempo, essas pessoas estavam no mundo, mas não apareciam nos dados. Eu fico imaginando quantas histórias poderiam ter sido diferentes se lá atrás a gente tivesse acesso a esse tipo de informação. O que estamos fazendo agora é olhar para essas pessoas com seriedade e responsabilidade”, disse.
Histórico
A construção desse retrato não começou com números, pelo contrário, foi justamente motivado pela ausência deles. O técnico da Subsecretaria de Políticas Públicas para Povos Originários, Josias Ramires Jordão, do povo Terena, lembra que houve um tempo em que era preciso recorrer diretamente às comunidades para tentar entender a própria realidade do Estado.
“Lá atrás, a gente não tinha indicadores. Era ligar para as lideranças e perguntar quantas crianças, quantas mulheres havia nas comunidades. Era tudo muito disperso. Hoje, com esses dados, a gente consegue enxergar a população indígena como um todo, e isso muda completamente a forma de construir políticas públicas”, explicou.
Técnico da Subsecretaria de Povos Originários, Josias Ramires relembra que para levantar dados era preciso falar com lideranças de cada uma das comunidades. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Ele também destaca que o painel também ajuda a ampliar a compreensão sobre a diversidade indígena em Mato Grosso do Sul. “Muita gente conhece apenas alguns povos, mas o Estado tem 139 etnias. Isso mostra a riqueza que temos e a necessidade de políticas que considerem essas diferenças.”
Para quem vive nas aldeias e atua na ponta, o acesso a esses números têm um significado que vai além da gestão, de reconhecimento. Técnico da Subsecretaria de Políticas Públicas para Povos Originários, Heliton Cavanha, da etnia Kaiowá, define o momento como histórico.
“São mais de 500 anos de luta. Hoje, a gente ter esses dados significa olhar para as pessoas de verdade. Não é sobre política partidária, é sobre atender quem precisa”, afirmou.
Segundo ele, os números também fortalecem as próprias comunidades na busca por direitos. “A gente sempre fala: para pedir política pública, precisa ter dados. Quantas pessoas trabalham com agricultura? Quantas crianças precisam de escola? Sem esses números, a gente não consegue dialogar. Agora a gente começa a falar e a ser ouvido.”
Jovens da etnia terena durante apresentação de dança típica. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Olhar, reconhecer, transformar
Para o secretário José Francisco Sarmento, o painel representa mais do que um avanço técnico, é uma mudança de postura. “A cidadania tem o papel de colocar luz sobre quem historicamente foi deixado de lado. Quando a gente conhece, a gente se responsabiliza. E é isso que estamos fazendo: olhando para essas pessoas como sujeitos de direitos, independentemente de qualquer outra condição”, afirmou.
Disponível de forma gratuita e acessível, o Painel Povos Originários é o oitavo a ser divulgado pelo Observatório da Cidadania. Para visualizar o conteúdo completo, acesse: https://observatoriodacidadania.ufms.br/
Paula Maciulevicius, da Comunicação da Cidadania
*com informações do Observatório da Cidadania
Foto de capa: Paula Maciulevicius/SEC